Na época dos antipatriotas, autóctones e alóctones

As chuvas de comentários contra a historia dos países Europeus feitos por estrangeiros que ocupam cargos políticos em países Europeus nas ultimas semanas, com exemplos como o Senegalês Mamadu Ba, que recebe dinheiro publico Lusitano para dirigir a SOS-Racismo (NB: Este senhor define como racismo como a realidade de que os Portugueses são mestres e privilegiados na terra dos seus ancestrais, o equivalente a criticar a China por privilegiar Chineses na China governada por Chineses), a insultar o herói Português Marcelino da Mata em Portugal. Também vemos casos como a Cabo Verdiana Élisabeth Moreno, ministra na França, ao afirmar que “Napoleão Bonaparte era simplesmente um misógino”. Estes ataques são simbolicamente coroados pela Guineense Joacine Katar Moreira , deputada no Parlamento Português, que envia numa imagem modificada o padrão dos Descobrimentos para o espaço. Estas personagens quase parecem ser orquestradas por alguma conspiração, coisa que não é impossível e estamos prontos para contemplar provas neste sentido.


Realçamos a origem estrangeira destas pessoas pois seria fácil de reagir superficialmente pedindo que voltem às suas terras. Seria fácil fazer como Andre Ventura propõe através de memes e legislação, com sua proposta de lei que retira a nacionalidade a naturalizados que cometam crimes e insultem a memória de Portugal.


Apesar de fácil tal atitude, a reação é justa pois é simplesmente indecente permitir que estrangeiros desfrutando das vantagens de cargos no Estado Português se proponham continuamente a vilificar o país que os alberga enquanto fecham os olhos aos seus países de origem, que num passado recente aplicaram a mais vil das limpeza étnicas contra os portugueses do Ultramar, muitos deles nascidos em cidades fundadas e sempre habitada por portugueses, das quais Luanda é a mais antiga. Eles tem o direito de serem cidadãos soberanos em Portugal. Têm o direito de ser cidadãos soberanos nas suas terras natais, porém nós somente somos cidadãos soberanos no que resta de Portugal, hoje apenas na Europa. Esta última terra em que ainda temos o direito de sermos nós mesmos, de sermos donos de nosso destino. Vêm agora até à nossa terra ancestral insultar a memória de quem sofreu na pele as agruras da guerra com estas mentalidade hipócritas?


Seria insuficiente mandar estes estrangeiros para às suas terras. Até porque dão voz à mesma corrente cultural que já é dominante no Ocidente durante algumas décadas, sendo o seu ícone europeu o actual Presidente da França, Emanuelle Macron. Esse , que é impossível de colocar num avião, infelizmente, depois de legitimar a versão caluniosa do FLN sobre a guerra da Argélia irá agora oferecer os arquivos militares das Armas Francesas ao governo da Argélia para que sejam criadas calúnias ainda maiores. Literalmente apagando a história, ou pelo menos escolhendo muito selectivamente a mais conveniente para outros povos e contra o seu povo. Sugerir uma passagem pelo Aeroporto Humberto Delgago em nada resolve o problema da doutrinacão dos jovens Europeus com uma visão da simplista da história que apenas pinta os nossos feitos como sendo vergonhosos e criminosos, ignorando a história no seu contexto.


A criticalidade da história mundial ensinada hoje aos nossos filhos surge do facto que a maioria das pessoas nunca escolheram as suas convicções políticas por meio de decisão racional. Nunca fizeram um exame minucioso dos factos, ou das propostas políticas das diferentes correntes políticas de seu país. Longe vão os tempos em que a adesão a uma corrente política seria para encarnar uma causa nobre pelos padrões definidos pela cultura, quer fosse uma causa oficial ou subterrânea.


Tendo em conta a forma vergonhosa como se ensina nossa historia hoje em dia, é nada estranho que estes nossos jovens evitem ser Portugueses, e desejam ser uma espécie de “Homo Americanus”, que por sentirem vergonha de sua historia acham que devem sofrer no presente, realizando em sua vida uma parodia do sacrificio do Cristo. Estes Cidadões netflixados apagam em vão os vestígios da historia dos seus antepassados para se “redimirem” para descobrir que os descendentes das supostas vitimas, os mamadus e Joacine desta vida, só poderão ser “satisfeitos” com montanhas de dinheiro, além do direito ilimitado de seus conterraneos para imigrarem até Portugal. Esta fraqueza moral explica o facto que já nem conseguimos entitular imigrantes ilegais como sendo “imigrantes ilegais”, verificamos como os jornais abusam do eufemismo neutro “migrante” para os confundir com quem imigra legalmente. Hoje em dia nem sequer os expulsamos quando são intercetados pela guarda fronteiriça quando nossas leis ainda dizem que temos o direito e o dever de o fazer. A hipocrisia é notável, visto que se algum português desrespeitar tal lei nalgum Sobado da Guiné, garanto-lhe que não terá direito a tanta generosidade como a que se verifica pelo nosso país.


Não se trata de sermos contra uma visão crítica da historia, afinal de contas a Historia como ciência objetiva foi uma invenção Europeia criada por Tucídides em contraste da propaganda para fins políticos, que permitiam legitimar esta ou outra dinastia, como acontecia no Egipto Faraonico por exemplo. Porém como disse Sócrates, o filósofo grego e não o corrupto português, quando citado por Platão no diálogo “Protágoras sobre os sofistas” neste mesmo tópico: “os ímpios olham para a maldade da pátria com uma espécie de alegria, eles exageram seus assuntos de reclamação e aumentam suas inimizades com ódio intencional. Pelo contrário, as pessoas boas jogam um véu sobre os erros da Pátria e se obrigam a falar bem deles; e se a injustiça de sua pátria desperta neles qualquer explosão de raiva, eles se apaziguam e se reconciliam com a Pátria, obrigando-se a amá-la e a falar bem dela.”


Se formos apenas lenientes com nossos antepassados estaríamos a pecar contra a nossa memória, pois cabe a cada geração explicar à seguinte o que aconteceu no passado para que a próxima geração saiba tomar melhores decisões. Isto só pode ser feito com amor pelos antepassados e pela nossa Lusitana descendência, a quem desejamos legar esta terra, única nesta orbe, em que eles nascem com o direito de serem mestres e livres. Esta é a definição de um patriotismo prático e não apenas retórico.


Não se trata nem de liberdade de expressão, pois estas pessoas têm o direito dizer todas as barbaridades que quiserem nos seus países, com salários financiados pelos seus impostos. Garanto-vos que se algum Europeu chamar o fundador do Império Toucouleur Had Al Omar como genocida no Senegal, que o hospital de Dakar irá ganhar um novo paciente nesse mesmo dia. Enquanto que o mesmo acto provávelmente receberia aplausos no Mali, onde os Bambaras foram vitimizados pelo mesmo “Herói” Senegalês. Recomendo o livro “Les Guerres d’Afrique” do Professor Bernard Lugan para conhecer mais sobre este tópico.


Enquanto Mamadou Bá insulta a memória do herói português Marcelino a partir do conforto do seu escritório pago pelos contribuintes portugueses em Lisboa, os conterrâneos desse mesmo Marcelino que ainda vivem na Guiné estavam a celebrarar a sua memória enquanto herói do povo. Falamos de gente vivendo na pobreza de África, terra onde sangue lusitano e africano foram vertidos na defesa de uma Pátria em comum por sangue e lealdade. Talvez reflectiram se realmente valeu a pena lutar no exército Português na defesa de seu povo e de Portugal no seu todo, porém duvido que seja feito no apenas para distilar odio, e sim para que os jovens daquele povo sofrido pensem em como se livrar das garras dos tribalistas comunistas africanos aos quais os comunistas portugueses entregaram o poder.


Mais negros foram prejudicados pelo dinheiro perdido ao financiar a Bolsa de Estudo do Governo Senegales, uma vez que ele ficou em Portugal, servindo de Tiraileur Senegal para a esquerda Antipatriotica, nos tirando do serio quando outros como ele tiraram Ponta Negra ao nosso Imperio em 1889 , ao inves de voltar para ajudar a desenvolver o Senegal, sendo talvez o unico motivo pelo qual alguem se lembra dele na sua terra.


O Império e a escravidão passaram, nunca mais voltarão. Porém cá estamos a perder horas discutindo isto com alguém que foi importado para as nossas terras com esse propósito. Realmente pouco importava se Mamadu e a Joacine acreditássem neste ódio enquanto estavam nos seus países, mas legítimo seria perguntar quem beneficia com esta cacofonia?


Em boa verdade existem beneficiários a curto e longo prazo.


A curto prazo beneficiaram aqueles que prometeram paz e paraísos em troca do sepultamento das nossas armas naquele dia de 1974. Os mesmos que resgataram os seus amigos para salários de luxo numa teia infindável de cargos públicos inúteis e onerosos. Para estes é útil continuar a discutir o sexo dos anjos no Império Colonial, e de uma escravidão que na verdade é praticada em África por africanos contra africanos tanto antes, como durante e ainda hoje mesmo após a presença portuguesa.


A longo prazo beneficiam estes activistas estrangeiros naturalizados. Pois se hoje fazem este serviço mercenário a serviço dos primeiros, este emprego permite que acumulem munições na forma de cargos políticos e sinecuras dados por seus patrões. Permitem através do incentivo e defesa do aumento dos números de imigração obter uma base de poder eleitoral independente dos seus patrões, que um dia podem servir para reclamarem como suas estas preciosas terras lusitanas. Isto se os seus atuais patrões e vitimas fraquejarem, como sucedeu com os Visigodos e os Cartaginenses antes destes. Seríamos loucos em ignorar as lições da história do nosso próprio território, porém é isto mesmo que insistimos hoje em fazer.


Por: Luís Lopes de Sequeira


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